terça-feira, 19 de abril de 2016

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domingo, 15 de março de 2015

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A elite brasileira é atrasadíssima e semeia o ódio!
Os movimentos no Brasil que falam em impeachment, são o exemplo máximo da estupidez e da ignorância do povo. Mostra o quanto a elite brasileira é patrimonialista, conservadora e mesquinha. Ela não admite absolutamente nenhum tipo de modelo que venha a comprometer os seus privilégios.
Ela vai contra o país e a nação, pois suas atitudes na verdade representam uma ação financiadora e guiadora de uma massa de manobra que age como uma boiada, aos interesses dessas mesmas elites econômicas que querem manter a sua condição de sanguessugas do país.
Quem acha que impeachment é a solução para algo no Brasil nesse momento, deve voltar a ter aulas urgentes de história, filosofia e sociologia. Quem estas pessoas pensam que irão colocar no poder? Aécio?
Nosso país está nas mãos de uma corja de traidores da pátria. É necessário um governo forte para que nosso país tome as rédeas de seus recursos e realmente beneficie à nação.
Nem Dilma e nem Aécio!!! É muita ingenuidade dessa gente, achar que o problema ou a solução está em uma pessoa ou partido desses que estão aí! Acreditem, muitos dos que vão para a rua com este tipo de discurso, não sabem nem ao menos o que estão fazendo lá!
Precisamos de um líder forte, uma nação unida, um governo forte e uma população educada sob uma ideologia de nação e país.

Viva o Brasil!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Há exatos 50 anos atrás o Brasil entrou em uma fase negra de sua história. O golpe militar engendrado por forças militares e setores da sociedade civil, traíram à nação e à pátria ao aliarem-se com o governo Norte Americano e entregarem o país aos seus interesses escusos.
Como os envolvidos não conseguem mais negar as torturas e assassinatos, cabe a eles tentar justificar seus atos em nome de nada. Pois nada justifica a sua traição em participar deste movimento infame e traiçoeiro.


O presidente progressista João Goulart foi deposto por forças reacionárias que lesaram a soberania do país ao permitir que forças estrangeiras interviessem de forma tão descarada em nosso processo político. Consequentemente a isso, iniciou-se uma série de arbitrariedades e desmandos de todos os tipos contra a população. A Comissão Nacional da Verdade, iniciada durante o governo Lula, tem o papel de esclarecer e elucidar muitos fatos ocorridos durante este período como torturas, desaparecimentos e mortes. Mas infelizmente, para mais uma vergonha de nosso país sem lei e sem ordem, os culpados por estes crimes continuaram impunes e sustentando seu ócio à custa do trabalho da nação. Pois segundo o STF, esses casos não poderão ser levados à julgamento devido a lei de anistia de 1979 impetrada pelo presidente João Figueiredo que serviu única e exclusivamente para livrar os assassinos escondidos por trás de fardas e ternos.
O mais estranho de tudo isso, é como este fato está sendo abafado pela mídia, principalmente a Rede Globo de Televisão que apoiou e encobriu vários os assassinatos e torturas no Brasil. Além do que, os militares que traíram o Brasil querem ao máximo que todas as atrocidades praticadas por eles sejam encoberta e que continuemos a bancar a aposentadoria de uma corja de assassinos por meio de nossos impostos.

Fatos como esse devem ser lembrados para que saibamos exatamente identificar, caçar como ratos estes criminosos e se possível puni-los por todos os meios possíveis. Eles devem responder por tortura, assassinato e alta traição por servirem de governo fantoche ao governo Norte Americano. 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

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Proclamação da República
Hoje faz 124 anos da Proclamação da República do nosso glorioso país. O então Marechal Deodoro da Fonseca, juntamente com outros eminentes positivistas da época como Demétrio Ribeiro, Quintino Bocaiúva, Benjamim Constant e Rui Barbosa, todos eles membros ativos da maçonaria brasileira. Organizaram a tomada de poder que culminaria com a deposição de D. Pedro II do trono imperial brasileiro. Nosso país foi o último da América a tornar-se republicano, estava então na contramão da história.
O desgaste do império  com os setores religiosos, militares e elitistas dos grandes fazendeiros, apressou o processo de sua deposição fazendo com que não mais contasse com o apoio de nenhum grupo expressivo naquele 15 de Novembro de 1889.
D. Pedro II
O fato é que a Proclamação da República no Brasil foi um golpe reservado as elites brasileiras, em que o povo absolutamente em nada contribuiu ou participou.

Enquanto em outras nações, uma data tão importante é lembrada com glórias e saudações, vemos no nosso país o mais absurdo descaso para com nossa história e os eventos que dizem respeito a nossa nação. É um insulto ver um país que comemora o ócio e a vadiagem em vez de ovacionar nosso patrimônio em forma de memória. Isto se deve a falta de um governo forte, centralizado e nacionalista. Que discipline e oriente seu povo para o norte do progresso e do trabalho. É urgente e necessário mudanças drásticas no que se chama de democracia moderna. Uma mudança estrutural se faz urgente na eliminação pela raiz de dois maus que corroem nosso querido país, o crime generalizado e a corrupção.

sábado, 5 de outubro de 2013

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O Egito Antigo uma das civilizações mais atraentes da história, localizado no Norte da África, em meio ao deserto do Saara, às margens do rio Nilo. Desde a antiguidade as civilizações se desenvolveram em volta de rios, pois onde existia água potável o ser humano deixava de ser Nômade para se fixar. Não sendo diferente, a civilização egípcia foi fundada em torno do rio Nilo, esse rio em certo período do ano inundava suas margens, atrapalhando as regiões mais ribeirinhas e ao mesmo tempo fertilizava a terra.
Para resolver o problema das enchentes os Felás (camponeses) canalizaram as águas desse rio, assim surgiu a prática da agricultura e do pastoreiro. Nos meses de Julho até Novembro ocorriam chuvas fortes sobre o rio Nilo e faziam com que ele transbordassem, depois de alguns meses o rio voltava ao normal. As terras em torno das margens dos rios eram ricos em húmus, que eram adubo natural.
O Egito Antigo era dividido em Nomos, espécie de província, que eram chefiadas por Nomarcas, administradores dos Nomos, as disputas entre eles formaram dois grandes reinos, o Alto Egito e o Baixo Egito. Menés rei do Alto Egito, conquistou o Baixo Egito, fundando o Império Egípcio. Ele foi o primeiro faraó e fundador da primeira dinastia. A política do Império foi dividido em três períodos: o Antigo Império que foi um período de relativa estabilidade política e prosperidade econômica, neste período parte da riqueza arrecadada dos impostos foi usado para construir as pirâmides de Gizé: Queóps, Quéfren e Miquerinos, outro período foi o Médio Império os faraós nesse período comercializavam com a Núbia que era rica em minerais, ordenaram a construção de um palácio(o labirinto) e o lago Néris(reservatório), o último período foi o Novo Império que se iniciou com a vitória sobre Hicsos e a reunificação do Egito. Neste período os Egípcios conquistaram vários reinos, tomando controle sobre rotas comerciais e lucrando muito com isso.
A maioria da população Egípcia se revoltou contra os impostos abusivos e trabalho forçados, como também com as disputas internas e a reação dos povos dominados, levando ao enfraquecimento do Estado fazendo com que fossem conquistados pelos Persas, depois disso somente em 1922 o Egito Antigo voltou a ser independente.
A curiosidade principal do Egito são suas pirâmides, as quais guardam seus mistérios. Para construir as pirâmides com mais habilidades, os Egípcios se desenvolveram na matemática tanto quanto na geometria, sabiam calcular a área do triângulo, do retângulo, do trapézio e o volume dos sólidos. No interior das pirâmides se colocavam pinturas e vários outros objetos que tinham como finalidade acompanhar o faraó em outra vida. Para os Egípcios a vida era uma preparação para a eternidade.
Na medicina dominava o conhecimento da anatomia humana, a mumificação possibilitou os Egípcios o maior conhecimento da anatomia humana e das substâncias químicas nesse processo. A técnica de conservação do corpo que consistia na retirada do cérebro e das vísceras, desidratação e utilização de ervas aromáticas e enfaixamento com tecidos de linho, esse processo ficou conhecido como mumificação.

ARTIGO ELABORADO POR TAMIRIS MOTA.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

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Hoje faz 40 anos do famigerado Golpe de Estado que depôs o governo progressista e democraticamente eleito de Salvador Allende no Chile. Na manhã chuvosa do dia 11 de Setembro de 1973, o General Auguste Pinochet com apoio dos EUA, implantou uma das mais sangrentas ditaduras. O palácio La Moneda foi bombardeado pelas forças armadas chilenas que traindo o seu povo e sua tradição, depuseram o então presidente eleito.
O golpe no Chile faz parte de um programa implantado para a toda a América Latina de apoio do governo americano à derrubada de todos os governos ditos de caráter popular. Desta mesma forma processou-se na década de 1970 várias sangrentas ditaduras sob tutela estadunidense. Os únicos três países que ainda mantinham estados de direitos eram Chile, Colômbia e Venezuela. Toda a América estava mergulhada na violência, censura, repressão, torturas e morte, muitas mortes...
Salvador Allende era um homem como poucos no mundo. Sabia muito bem de seu propósito como líder na História do Chile e do mundo. Sua memória representa o desejo de uma América Latina verdadeiramente livre do imperialismo americano. Ele foi eleito pela Unidade Popular, uma aliança de partidos políticos socialistas, de esquerda e progressistas do Chile.
Este é um bom exemplo do que os EUA são capazes de fazer para garantir seus interesses, nem que para isso tenha que treinar orgãos como a DINA, a polícia secreta do regime ditatorial de Pinochet para cometer as piores atrocidades que se possa imaginar a um ser humano.
Assim como no Brasil, o Chile ainda tem que conviver com vários torturadores e assassinos que continuam livres sem responder pelos seus crimes. Eles devem ser caçados e punidos por terem compartilhado do extermínio ensinado pelos americanos.
De acordo aos relatórios da Comissão de Verdade e Reconciliação (relatório Rettig) e a Comissão Nacional sobre Prisão Política e Tortura (relatório Valech), a cifra de vítimas diretas de violações aos Direitos Humanos no Chile, ascenderia, pelo menos, a cerca de 35 000 pessoas, dos quais cerca de 28 000 foram torturados, 2279 deles executados e cerca de 1248 continuam como detidos desaparecidos. Para além disso, cerca de 200 000 pessoas iriam para o exílio e um número não determinado (de várias dezenas de milhares) teria passado por centros clandestinos de detenção. (Este parágrafo foi retirado da Wikipédia).
Logo abaixo um emocionante filme sobre este período chamado: Chove sobre Santiago.


11 DE SETEMBRO. UM ATENTADO?



        O Relatório Alfa divulga essa análise, mas segundo nossas fontes o avião realmente não caiu lá. Podemos estar errados, entretanto, os argumentos abaixo são muito convincentes, embora tenhamos que concordar que tem lógica. Muita lógica. Leia e descubra isso. Texto original, em francês, em http://www.asile.org/citoyens/numero13/pentagone/
O texto original da internet, logicamente foi retirado do ar pelos órgãos de espionagem dos EUA.



Onde está o Boeing??? Teste sua percepção!

        Como todos sabem, em 11 de Setembro de 2001, menos de uma hora depois do ataque ao World Trade Center, um avião colidiu contra o Pentágono. A Associated Press divulgou que um caminhão-bomba havia causado a explosão. O Pentágono, rapidamente, negou isso. A versão oficial do governo americano ainda se mantém. Aqui temos um pequeno jogo para você: dê uma olhada nessas fotografias e tente encontrar evidências que confirmem a versão oficial. Cabe a você caçar o Boeing!

        Vamos analisar cada uma das fotos. A primeira imagem, abaixo, obtida de um satélite, mostra o setor do prédio que foi atingido pelo Boeing.


        Na imagem abaixo o segundo anel do prédio também está visível. Fica claro, assim, que a aeronave atingiu somente o primeiro anel. Os quatro anéis interiores permaneceram intactos. Eles foram somente atingidos pelo fogo iniciado depois da primeira explosão.


Primeira pergunta:

PERGUNTA:
        Você pode explicar como é que um Boeing 757-200, pesando aproximadamente 100 toneladas e viajando a uma velocidade mínima de 250 milhas por hora (quando descendo, já que a velocidade de cruzeiro é de 600 milhas por hora) destruiu somente o lado de fora do Pentágono? (nota do editor: as explosões do WTC foram muito maiores)

OUTRA DÚVIDA
        Essas duas próximas fotos mostram o prédio logo depois do ataque. Nós podemos observar que a aeronave acertou somente o térreo e os quatro outros andares colapsaram por volta das 10:10 da manhã. O prédio tinha 24 metros de altura. (NOTE que o teto ainda está inteiro, na primeira foto e caindo, na segunda).




PERGUNTA:
        Você pode explicar como um Boeing, que tem 13 metros e meio de altura, com asas que atingem 39 metros e um cockpit com três metros e meio pode ter destruído somente o andar térreo, no choque? A foto abaixo levanta nossa terceira dúvida: Ela foi tirada pelo exército e mostra o jardim exatamente em frente ao local em que o prédio foi atingido. Você se lembra que a aeronave atingiu somente o térreo do primeiro anel de prédios do Pentágono.

Então responda...

PERGUNTA:
        Você está vendo algum fragmento de um Boeing 757-200 nessa fotografia?

        Outra dúvida estranha: a próxima foto mostra um caminhão derramando areia em cima do jardim do Pentágono. Logo atrás vemos um trator espalhando cascalho e pedra britada sobre o gramado.

PERGUNTA:
        Você pode explicar por que o Secretário da Defesa achou necessário cobrir o gramado com areia já que, como podemos ver nas fotos anteriores, ele não sofreu nenhum dano depois do ataque?


E tem mais...

E AS ASAS?

        As fotografias que aparecem abaixo (a primeira tirada de um satélite com o avião desenhado, em branco, e a segunda tirada de um helicóptero, com o avião desenhado em vermelho) mostram o Boeing 757-200 sobreposto no setor do prédio do Pentágono que foi atingido. Olhe com atenção as duas imagens.



PERGUNTA:
        Você pode explicar o que aconteceu com as asas do avião e por que elas não causaram nenhum dano ao prédio? Nota do editor: as fotos e as ilustrações estão com os tamanhos corretos.

Agora vejamos isso:...

Agora vejamos isso quando um repórter perguntou:
        "Há alguma coisa que sobrou, do avião?" Resposta: "antes de mais nada, a pergunta sobre o avião, há alguns pedaços pequenos do avião visíveis no interior durante essa operação para acabar com esse incêndio do qual eu estou falando, mas não são pedaços grandes. Em outras palavras, não existe nenhuma parte da fuselagem ou esse tipo de coisa. Sabe, eu prefiro não fazer comentários sobre isso. Nós temos uma porção de testemunhas que podem dar a você melhores informações sobre o que realmente aconteceu com a aeronave quando se aproximava. Por isso eu não sei. Eu não sei".

Quando outro jornalista perguntou:
        "Onde está o combustível do jato?" Resposta: "Nós encontramos o que acreditamos ser uma poça de combustível, bem lá que nós -- que nós acreditamos que seja o bico da aeronave. Portanto..."

        As respostas a essas perguntas foram dadas pelo Chefe dos bombeiros do Condado de Arlington, Ed Plaugher, na coletiva de imprensa organizada pela Assistente do Secretário de Defesa, Vitória Clarke, no dia 12 de setembro, no Pentágono.

PERGUNTA:
        Você pode explicar porque o Chefe dos Bombeiros não conseguiu dizer aos repórteres onde estava o avião?

        Agora, veja isso: Essas fotos abaixo foram tiradas logo depois do ataque. Elas mostram o lugar preciso do anel exterior do prédio em que o Boeing acertou.

PERGUNTA:
        Você pode encontrar, nas duas fotos abaixo, o ponto de impacto da aeronave?



E a pergunta final...

        Você encontrou o Boeing? Ainda dá para defender a versão oficial dos eventos?

Lembre-se de entrar em contato com o mestre da ilusão, David Copperfield. Ele vai gostar de falar com você!

        Você acha que falta alguma coisa à versão oficial? Um Boeing, por exemplo...

        Se você começar a duvidar que um Boeing realmente tenha se espatifado contra o Pentágono então, sem dúvida, você começará a perguntar o que teria acontecido com o avião que sumiu. Você provavelmente perguntará a si mesmo por que o governo dos Estados Unidos resolveu contar essa história, em primeiro lugar, e vai começar a se perguntar uma porção de outras coisas. Não se preocupe, isso é perfeitamente normal.

Fonte: http://www.reseauvoltaire.net As fotografias são oficiais e estão disponíveis nos sites do exército americano.

A Farsa do World Trade Center
O mundo assistiu estupefato no dia 11 de setembro de 2001 ao desabamento das torres do World Trade Center no maior atentado terrorista já registrado nos Estados Unidos. A tragédia que chocou a humanidade rapidamente chamou a atenção pela ousadia e competência dos responsáveis. Dois aviões 767 colidiram um contra cada torre e fizeram o centro financeiro de Nova Iorque literalmente em pedaços. Rapidamente a inteligência militar americana começou uma luta sem trégua para descobrir quem seria o culpado por um ato tão abjeto e desumano. A ZeroZen, a única revista que acredita no apocalipse, já sabe a resposta.
O único culpado pela catástrofe é o Tio Sam! Isto mesmo os Estados Unidos criaram o maior atentado terrorista que se tem notícia. Antes que o aparvalhado zeronauta queria jogar um avião contra o prédio desta impoluta revista, é preciso que se diga que várias questões cruciais foram ignoradas na apuração de quem seriam os criminosos. Mais uma vez a mídia tacanha e despreparada foi enganada de maneira cruel. Com a experiência de quem investiga teorias conspiratórias foi fácil perceber que o ataque ao World Trade Center não foi realizado por simplórios terroristas seguidores de alá.
Primeiro é preciso analisar a hora em que os aviões colidiram com o imenso prédio. O primeiro Boeing atingiu o World Trade Center as 8h50 min. O segundo choque ocorreu 18 minutos depois. É interessante notar que este não é um horário comercial. As lojas nos EUA abrem às 10 horas da manhã. Segundo informações da polícia de Nova Iorque a partir deste horário 40 mil pessoas estariam circulando no local. Bem, uma pergunta se torna inevitável: que tipo de terroristas atacaria com o objetivo de causar o MENOR número de vítimas possíveis? É como se os criminosos tivessem vergonha do seu ato.
Mais interessante: nenhum grupo ou organização terrorista reivindicou a autoria do atentado. Isto é extremamente suspeito. Afinal, qualquer seguidor de Alá teria o prazer de espalhar aos quatro ventos que humilhou os Estados Unidos, o grande Satã. O ingênuo zeronauta pode argumentar que seria medo da retaliação americana. Porém quem é capaz de atirar um Boeing 767 contra um prédio de mais de cem andares tem medo da morte? É claro que não.
Para quem acha que tudo não passa de uma teoria conspiratória estapafúrdia vale lembrar que uma semana antes do atentado republicanos e democratas discutiam no Congresso americano sobre cortes na seguridade social, uma espécie de INSS do Tio Sam. Tudo por que uma brutal recessão estava ameaçando de forma sombria a economia americana. Hoje, o presidente George Bush (o papa é pop, o George é Bush), vai pedir 40 bilhões de dólares ao Congresso para conter a ameaça terrorista. Fica fácil perceber o motivo pelo qual houve o ataque. Quantas vidas você não mataria por 200 bilhões de dólares?
Bush, diga-se de passagem, é o presidente americano de menor Q.I. de todos os tempos, mas arranjou uma maneira diabólica de escapar da recessão. A partir de agora os investimentos com material bélico vão crescer de forma avassaladora e levar o país a outra era de prosperidade à semelhança do que aconteceu com o governo Reagan. Se não ocorresse o ataque ao World Trade Center ele seria considerado um líder patético e bisonho e muito provavelmente não conseguiria sequer se reeleger.
Todavia ainda existem mais provas da conspiração. Por exemplo, não faz o menor sentido que os terroristas rendam pilotos de avião com meras facas, a não ser que os próprios comandantes dos aviões fizessem parte do esquema. Mais importante, como terroristas iriam conseguir pilotar boeings? Mesmo que tenham feito cursos de pilotagem, manter uma aeronave no ar e ainda apontá-la exatamente para o ponto onde iria provocar a queda do World Trade Center é trabalho para peritos. Nenhum piloto automático do mundo seria capaz de fazer isto. Especulamos inclusive se este pessoal não teria treinado com games do tipo simulador de vôo como o Flying Simulator da Microsoft, que aliás também estaria envolvida na trama.
É lógico presumir que não há nenhum terrorista tão absurdamente bem-treinado. Porém, pessoas com estas qualificações existem aos montes no serviço secreto americano. Gente que não se importaria em dar a vida em prol do seu país. Inclusive a prova definitiva que tudo não passou de uma armação do governo americano foi o ataque ao Pentagono. Em um truque muito utilizado em histórias policiais o criminoso usa de um artifício para se transformar em vítima. Quer dizer... quem desconfiaria que tudo foi orquestrado pela inteligência militar americana se ela mesmo sofreu um ataque brutal?
Mas a série de coincidências está longe de terminar. É interessante como o discurso do presidente George Bush é surpreendentemente ponderado. Bush, que é um caipira texano patriota até o último fio de cabelo não quer ataques precipitados. O General Colin Powell, que não hesitou em mandar mísseis destruírem alvos civis na guerra contra o Iraque pede calma. Por que a nação mais poderosa do mundo que entra em guerras só para aumentar a popularidade do presidente estaria receosa? A única alternativa plausível é que eles não querem encontrar os responsáveis pela tragédia.
Milhares de vidas americanas foram perdidas. O mundo vive à beira de uma hecatombe nuclear. Mas George Bush já garantiu a sua reeleição. A economia americana está a salvo de uma recessão, mas para isso foi preciso destruir Nova Iorque. Se os culpados por este crime serão punidos só o futuro dirá, porém uma coisa é certa: os filmes do 007 vão ter de se esforçar muito daqui para frente.


A verdade está lá fora aprendendo a pilotar um Boeing 767
Considerações Finais

1 - Um avião 757 da empresa United Airlines com 45 passageiros e tripulantes, que também foi seqüestrado no mesmo dia dos atentados terroristas, acabou caindo perto de Pittsburgh no Estado da Pensilvania. Informações extra-oficiais dizem que a aeronave foi abatida pela força aérea americana. Especulamos se quem pilotava o avião não acabou desistindo da conspiração e ameaçou revelar ao mundo a perversa trama. Claro que acabou fulminado antes que o segredo pudesse vir à tona.
2 - Muitos dos terroristas que aprenderam a pilotar aviões nos Estados Unidos escolheram como lugar para morar nos EUA antes de cometerem o atentado, o estado da Flórida, justamente onde George Bush ganhou, para dizer o mínimo, a mais controvertida eleição americana.
3 - Mais de 70% da campanha à presidência de George Bush foi financiada pela indústria de armamentos. Depois da tragédia houve uma verdadeira as lojas de armas pelos americanos. Todos querem se proteger do terror invisível. Mais uma vez o ataque ao World Trade Center provou ser um excelente negócio.


OBS: ESTE ARTIGO NÃO É AUTORAL E CONTÉM APENAS PEQUENAS ADAPTAÇÕES.

sábado, 7 de setembro de 2013

Primórdios:

Com os dados hoje disponíveis, a primeira referência a uma Loja maçônica brasileira que se tem notícia teria sido em águas territoriais da Bahia, em 1797, em uma fragata francesa La Preneuse, denominada Cavaleiros da Luz, sendo pouco tempo depois transferida para a Barra, um bairro de Salvador. Contudo, a
primeira Loja regular do Brasil foi a Reunião, fundada em 1801, no Rio de Janeiro, filiada ao Oriente da Ilha de França (Ille de France), antigo nome da Ilha Maurício, à época possessão francesa e hoje britânica. Dois anos depois o Grande Oriente Lusitano, desejando propagar, no Brasil, a “verdadeira doutrina maçônica”, nomeou para esse fim três delegados, com plenos poderes para criar lojas regulares no Rio de Janeiro, filiadas àquele Grande Oriente. Criaram, então, as Lojas Constância e
Filantropia, as quais, junto com a Reunião, serviram de centro comum para todos os maçons existentes no Rio de Janeiro, regulares e irregulares, tratando de iniciar outros, até ao grau de Mestre. Apesar de controvérsias a exigir maiores pesquisas nesta área, essas foram as primeiras Lojas oficiais e consideradas regulares, pois já existiam, anteriormente, agrupamentos secretos, em moldes mais ou menos maçônicos, funcionando mais como clubes, ou academias, mas que não eram Lojas na
acepção da palavra. Depois da fundação daquelas três primeiras Lojas “oficiais”, espalharam-se, nos primeiros anos do século XIX, Lojas nas províncias da Bahia, de
Pernambuco e do Rio de Janeiro, livres, ou sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano e do da França. Convém salientar que os governos coloniais da época tinham instruções precisas para impedir o funcionamento de Lojas no Brasil. Tanto assim que
aquelas Lojas – Constância e Filantropia – foram fechadas em 1806 no Rio de Janeiro, cessando as atividades maçônicas nesta cidade, mas continuando e se expandindo, principalmente na Bahia e em Pernambuco. O Rio de Janeiro, contudo, não podia ficar sem uma Loja, e apesar desta proibição os trabalhos prosseguiam com as Lojas São João de Bragança e Beneficência. Um fato importante para a história do
futuro Grande Oriente do Brasil foi que a Loja Comércio e Artes, fundada em 1815, conservaram-se independente, adiando sua filiação ao Grande Oriente Lusitano, porque os seus membros pretendiam criar uma Obediência brasileira. Convém ainda salientar que no ano de 1817 ocorreram dois fatos de suma gravidade em termos de crime de lesa-majestade. Estouraram duas revoluções: a Revolução Pernambucana de 1817, um movimento revolucionário, de caráter fortemente nacionalista, feito no sentido de implantar a República em Pernambuco; e Conspiração Liberal de Lisboa de 1817 liderada pelo nosso Ir. General Gomes Freire de Andrade, ex-Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano. Dado esse clima de sedição, tanto em Portugal como no Brasil, houve a expedição do draconiano alvará de 30 de março de 1818, que proibia o funcionamento das sociedades secretas. As Lojas resolveram então cessar seus trabalhos, até que pudessem ser reabertas sem perigo. Os maçons, todavia, continuaram a trabalhar secretamente como no Clube da Resistência, fundado no Rio de Janeiro. Estoura a Revolução Liberal do Porto em 1820, liderada pelos maçons portugueses, exigindo a volta de D. João VI para Portugal. A partir de então os acontecimentos começam a se precipitar. Também é desencadeada na Espanha a Revolução de 1820. A vaga liberal (maçônica) começava contestar os Estados Absolutistas da Península Ibérica. No Brasil, o ano de 1821 começou com uma série de
acontecimentos político-militares que culminariam na Independência do Brasil. Como naquela época inexistiam os partidos políticos, foi necessária uma organização que coordenasse e mobilizasse o descontentamento político e a Maçonaria brasileira emprestou sua organização para tal fim. Voltava, então, à plena atividade.
O primeiro fato foi à sedição das tropas a 26 de fevereiro que impunham ao rei D. João VI o juramento à Constituição portuguesa, o que provocou o início de intensa conspiração, entre os quais muitos maçons, visando à independência do Brasil. Os acontecimentos seguintes foram os de 20 e 21 de abril, quando houve a sedição dos eleitores, exigindo a permanência do rei no País, o que provocou a pronta reação das tropas portuguesas, que garantiram o embarque da família real. Todos esses fatos atraíram a atenção policial contra os maçons, o que não impediu, todavia, que a Loja Comércio e Artes voltassem a trabalhar secretamente, reerguendo suas colunas a 24 de junho de 1821. Agora com o nome de Loja Comércio e Artes na Idade do Ouro, sob os auspícios do Grande Oriente de Portugal, Brasil e Algarves. A afluência de adesões foi tão grande nos meses seguintes que logo se pensou em criar uma Obediência nacional, o que aconteceria a 17 de junho de 1822, com a subsequente divisão do “Comércio e Artes”, formando o trio de Lojas fundadoras do Grande Oriente. A partir deste momento, a Maçonaria brasileira deixava de ser um grupo heterogêneo de Lojas esparsas ou ligadas a algumas Obediências Estrangeiras para se transformar em mais uma célula do sistema obediência mundial. Apresenta-se um breve resumo dos primórdios até a fundação do Grande Oriente do Brasil, a mais antiga, a maior e a mais tradicional Obediência brasileira. Apesar da precariedade documental, pode-se apresentar a seguinte cronologia: 1796 – Fundação,
em Pernambuco, do Areópago de Itambé, que não era uma verdadeira Loja, pois, embora criado sob inspirações maçônicas não fosse totalmente composto por maçons;
1797 – Fundação da Loja Cavaleiros da Luz, na povoação da Barra, Bahia; 1800 – Criação, em Niterói, da Loja União; 1801 – Instalação da Loja Reunião, sucessora da União; 1802 – Criação, na Bahia, da Loja Virtude e Razão; 1804 – Fundação das Lojas Constância e Filantropia; 1806 – Fechamento, pela ação do conde dos Arcos, das Lojas Constância e Filantropia; 1807 – Criação da Loja Virtude e Razão Restaurada, sucessora da Virtude e Razão; 1809 – Fundação, em Pernambuco, da Loja Regeneração; 1812 – Fundação da Loja Distintiva, em S. Gonçalo da Praia Grande (Niterói); 1813 – Instalação, na Bahia, da Loja União; 1813 – Fundações de uma Obediência efêmera e sem suporte legal – que alguns consideram como o primeiro Grande Oriente Brasileiro – constituída por três Lojas da Bahia e uma do Rio de Janeiro; 1815 – Fundação, no Rio de Janeiro, da Loja Comércio e Artes; 1818 – Expedições do Alvará de 30 de março, proibindo o funcionamento das sociedades secretas, o que provocou a suspensão – pelo menos aparentemente – dos trabalhos maçônicos; 1821 – Reinstalação da Loja Comércio e Artes, no Rio de Janeiro;
1822 – 17 de junho: fundação do Grande Oriente.

A Luta pela Independência
Joaquim Gonçalves Ledo
O objetivo principal dos fundadores do Grande Oriente era a independência do país no momento em que a Família Real era forçada a voltar a Portugal, pela Revolução Constitucionalista do Porto de 1820. Os maçons brasileiros irão aos poucos perceber que, além da solidariedade e da fraternidade internacionais, a geopolítica portuguesa, manejada pelos maçons do Porto, buscaria levar o Brasil ao status quo ante de colônia, depois de ser elevado a Reino Unido de Portugal e Algarves no final de 1815 por D. João VI, então Príncipe Regente no Reinado de D. Maria I, sua mãe. O primeiro passo oficial dos maçons, nesse sentido, foi o Fico, de 9 de janeiro, o qual representou uma
desobediência aos decretos, emanados das Cortes Gerais portuguesas, e que exigiam o imediato retorno do príncipe a Portugal e, praticamente, a reversão do Brasil à sua condição colonial, com a dissolução da união brasílico-lusa, elaborada por influência do Congresso de Viena. Assiste-se então ao embate de duas forças econômicas nos dois países: os comerciantes do Porto, que sempre foram o entreposto entre a Colônia e a Metrópole e a Base Escravocrata do Brasil, representada pelas grandes famílias do Tráfico de Escravos e os grandes fazendeiros, que a partir da vinda da Família Real em 1808, já operava com os interesses britânicos. Os maçons brasileiros que, no início estavam embalados pelas ideias do Reino Unido ou implantação de uma República, vão aos poucos se desligando das Cortes Gerais portuguesas. O episódio do “Fico” 9 de janeiro de 1822 foi feito, no Rio de Janeiro, sob a liderança dos maçons José Joaquim da Rocha e José Clemente Pereira e com a representação de diversas províncias ao príncipe, principalmente a Província de São Paulo, cujo motor principal era o Ir. José Bonifácio de Andrada e Silva, o futuro Patriarca da Independência, no sentido de que desobedecesse aos decretos, permanecendo no País. Começava, neste momento, o processo de aliciamento do Príncipe Regente – D. Pedro que começava a perceber a força do Grande Oriente, o qual continuaria, logo depois, quando os maçons fluminenses, resolvia, a 13 de Maio de 1822, outorgarmos-lhe o título de Defensor Perpétuo do Brasil, numa cartada política a qual não faltavam,
porém, interesses das lideranças, que pretendiam melhorar seu prestígio político junto ao regente e até suplantar o respeito de que José Bonifácio, já então o ministro todo poderoso das pastas do Reino e de Estrangeiros, desfrutava junto a ele. As escaramuças entre os grupos de Gonçalves Ledo, de tendência mais republicana e de José Bonifácio, de tendência mais monárquica constitucional, já começavam a se
propagar. Com o grande número de adesões à Loja líder do movimento emancipador,
a Comércio e Artes, Primaz do Brasil, dividiu-se em três – Comércio e Artes, União e Tranquilidade e Esperança de Nichtheroy para então formar o Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano, o primeiro nome do Grande Oriente do Brasil – GOB, a 17 de junho de 1822. Já existia uma instituição para maçônica chamada Apostolado da Nobre Ordem dos Cavaleiros da Santa Cruz, ou simplesmente Apostolado fundada por
José Bonifácio a 2 de junho de 1822. Era uma organização nos moldes da Carbonária europeia cuja atuação Bonifácio bem conhecera, durante os anos em que permanecera na Europa.
José Bonifácio de Andrada e Silva

O Apostolado e o Grande Oriente viriam a representar facções diferentes da Maçonaria brasileira, a primeira, sob a liderança de José Bonifácio, que teve papel importante na História do Brasil, e a segunda, sob a de Gonçalves Ledo, com papel considerável na
História da Maçonaria, ambas defendendo a emancipação política do País, mas sob formas diferentes de governo e maneiras diversas de encarar a questão. O grupo filo republicano de Ledo, Clemente Pereira, Francisco Nóbrega e cônego Januário Barbosa defendia o rompimento total dos laços com a metrópole monárquica portuguesa e um regime que o aproximasse mais daquele dos demais países latino-americanos, que, paulatinamente, iam conseguindo sua independência da Coroa espanhola. O grupo de Bonifácio, presente no Grande Oriente, mas encastelado principalmente no Apostolado, pregava a união brasílico lusa, ou seja, uma comunidade lusobrasileira de países autônomos, que englobasse as colônias e não admitisse a escravização dos negros e, mais tarde, a união do Brasil em torno da figura imperial de D. Pedro I. Crucial para entender o Zeitgeist da época são as Anotações à Biografia de Vasconcelos de Drummond, escritas pelo próprio. José Bonifácio foi o primeiro Grão-Mestre do Grande Oriente, sendo, pouco depois, sucedido pelo próprio Imperador no grão-mestrado. 
D. Pedro I

Após a Proclamação da Independência por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822, o mesmo resolveu fechar o Grande Oriente em 25 de outubro do mesmo ano, permanecendo adormecido até 1831. Trabalhos maçônicos continuaram, contudo, a ser executados em lojas individuais. O próprio Imperador chegou a montar uma Loja no palácio. Os maçons deputados à Assembleia Nacional Constituinte continuaram atuando em forte oposição ao Imperador que resolveu fechá-la e outorgar uma Constituição em 24 de março de 1824 que durou todo o período imperial. Depois disso, o maçom do Grande Oriente e os dos apóstolos, que tinham visto suas entidades serem fechadas pelo imperador, uniram-se contra ele, em um processo de solapamento do trono, o qual viria a culminar na abdicação de 7 de abril de 1831, após a qual foi reinstalado o Grande Oriente.